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A Ilha História e Cultura Comunidades Vizinhas
 A Ilha de Boipeba encontra-se em litoral baiano, na Costa do Dendê , no Arquipélago (e município) de Cairú , APA de Tinharé-Boipeba , perto de referências continentais como: Valença, Graciosa, Taperoá , Nilo Peçanha , Cairú e Torrinha . Fica ao sul de Salvador e vizinha da ilha de Tinharé , conhecida pelo agitado distrito de Morro de São Paulo !
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Ilha de BoipebaMorro de SP

Morro de São Paulo
 
Morro de São Paulo
Morro de São Paulo
Foto: Kleberson Kavalo

Martim Afonso de Sousa, ao desembarcar em 1531, batizou esta ilha de Tynharéa, que o sotaque baiano logo transformou em Ilha de Tinharé

A Ilha de Tinharé se situa ao norte do arquipélago da Baía de Camamu, baixo sul da Bahia, região conhecida como Tabuleiro Valenciano ou ainda Costa do Dendê. Devido à sua privilegiada localização geográfica, foi cenário de inúmeros ataques de esquadras francesas e holandesas, verdadeira zona franca de corsários e piratarias durante o período colonial.

Sob a jurisdição da capitania de São Jorge dos Ilhéus, Jorge de Figueiredo Correa recebeu a propriedade de D.João III, e designou Francisco Romero para a colonização das terras. Os constantes ataques dos índios aymorés e tupiniquins à população continental da região favoreceram a rápida povoação das ilhas, e em 1535 nascia no norte da ilha a vila Morro de São Paulo.

Morro de São Paulo protegia a chamada "barra falsa da Baía de Todos os Santos",entrada estratégica para o Canal de Itaparica até o Forte de Santo Antônio (atual Farol da Barra); e o canal de Tinharé era essencial no escoamento da produção dos principais centros para o abastecimento da capital, Salvador. A importância geográfica da ilha durante o período colonial justifica a riqueza de monumentos históricos, hoje protegidos pelo Patrimônio Histórico Nacional.


Histórico Cultural

  • 1531 Martim Afonso de Sousa desembarca na Ilha de Tinharé, que integrará a Capitania de São Jorge dos Ilhéus. D.João III doa as terras a Jorge de Figueiredo Correa, que inicia o processo de colonização da propriedade.
  • 1535 Francisco Romero e a populaçäo local fundam a Vila de Morro de São Paulo, situada ao extremo norte parte da ilha.
  • 1624 O Comandante Johan Van Dortt e sua esquadra desembarcam na ilha durante a rota para Salvador.
  • 1628 O Almirante holandês Pieter Pieterzoon Hiyn lidera o ataque e saqueamento da vila.
  • 1630 O Governador Geral Diogo Luiz de Oliveira inicia a construção da Fortaleza do Morro de São Paulo, o Forte.
  • 1728 Término da construção do Forte da Ponta e cortinas de muralha ao longo da ilha. Derrota do Almirante francês Villegaignon pelas tropas lusitanas.
  • 1746 Construção da Fonte Grande, o maior sistema de abastecimento de água da Bahia colonial.
  • 1845 Conclusão das obras da Igreja e Convento Santo Antônio, a Capela de N. Sra da Luz.
  • 1855 Eng. Carson finaliza as obras do Farol.
  • 1859 Visita da Família Real e D. Pedro II.
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Ilha de BoipebaMaraú

 
Complexo de Maraú
Complexo de Maraú
 

O Município de Maraú originou-se de uma aldeia dos índios Mayrahú, que significa "Luz do sol ao amanhecer", e foi descoberta em 1705 por frades capuchinhos.

Em 1718, ano em que se constrói sua capela, é considerado distrito. Passou-se a chamar São Sebastião do Mayrahú. Em 30 de março de 1938, a então Vila, é emancipada e se torna Município de Maraú.

Situada no sudeste do estado da Bahia, Costa do Dendê, a península de Maraú fica em uma das extremidades da Baía de Camamu, uma das mais belas e a terceira maior baía do país. Zona na qual foi implantada a APA (Área de Proteção Ambiental) de Maraú, totalizando um perímetro de 212 km e área de aproximadamente 21.200 hectares.

Compõe um cenário de grande beleza, cercada de paisagens paradisíacas. Na região existem 40 km de praias primitivas, piscinas em arrecifes de coral, vasto coqueiral, cachoeiras, ilhas e manguezal. O potencial natural do município de Maraú tem em Barra Grande seu principal núcleo turístico.

Maraú está a 440 km de Salvador. O município surgiu de uma aldeia de índios denominada Mayrahú que significa " luz do sol ao amanhecer" e foi descoberta em 1705 pelos frades capuchinhos italianos.

O distrito de Mayrahú foi criado em 1718 e a capela, construída pelos frades no mesmo ano. Foi elevada à categoria de Freguesia com o nome de São Sebastião de Mayrahú, pelo arcebispo Dom Sebastião Monteiro da Vide. Em 30 de março de 1938 a vila foi elevada à categoria de cidade

O município conta com dois distritos, Ibiaçu e Pirabanha e os povoados de Campinhos, Barra Grande, Taipús, Tanque, Taboleiro, Quitungo, Tremembé, Sapinho, Caubi e Saquaíra.

A economia da região destaca-se na produção de Dendê, Seringa, Cravo da Índia, Pimenta do Reino, Cacau, Urucum e Guaraná.

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Ilha de BoipebaNilo Peçanha

 
Nilo Peçanha
Nilo Peçanha foi criado com o nome de Vila de Nova Boipeba, e foi emancipado em 1810. Em 1847, passou a pertencer ao município de Taperoá, e foi re-emancipado em 1974. Só em 1930 recebeu o nome de Nilo Peçanha .
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Ilha de BoipebaTaperoá

 
Taperoá

Em 23 de novembro de 1561, junto a aldeia dos índios Tapuias, Guerins e Aimorés, os jesuítas fundaram a Vila de São Miguel de Taperaguá, que daria origem a Taperoá, termo oriundo do Tupi, que significa "Saco de Pedras".

Em 1620, no mesmo local, a capela de São Brás foi edificada.

A então Vila de Taperoá emancipou-se em 1º de abril de 1916
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Ilha de BoipebaItuberá

 
Ituberá
Ituberá, a capital das águas, originou-se de uma aldeia da tribo Tupinambá, que foi ocupada por portugueses e mamelucos por volta da primeira metade do século XVII, formando o povoado de santarém, onde foi erguida a igreja de Santo André.
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Ilha de BoipebaIgrapiúna

 
Igrapiúna

Do tupi "Igarapé Una", que significa "Pequeno Rio de Águas Escuras", Igrapiuna é uma cidade onde a tranqüilidade fez moradaé.

No começo do século XVIII, dá-se o início da construção da Igreja de Nossa Senhora das Dores, sua padroeira.

No século XIX o Cacau, a Seringueira, o Cravo e o Guaraná foram introduzidos em sua economia.

Fato curioso: Igrapiuna foi emancipada duas vezes, uma em 1992 mantendo-se como cidade até 30 de novembro de 1928, e outra em 1988
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Ilha de BoipebaValença

 
Praia de Guaibim - Valença
Valença é tida como um importante pólo turístico do baixo sul da Bahia, é uma cidade onde o passado ainda se faz presente nos antigos sobrados, que ressuscitam o esplendor dos tempos coloniais, e nas ruínas da primeira fábrica de tecidos do Brasil, construída em 1844.

Cidade ecológica, onde a natureza é a maior atração: rios, cachoeiras, muito verde, ar puro e um clima maravilhoso. Pela sua localização estratégica, é um lugar de partida para lugares paradisíacos como o agitado Morro de São Paulo, as belas praias de Guaibim e o paraíso "caribenho" do litoral brasileiro: Boipeba.

Uma das principais atrações de Valença é Guaibim, uma antiga colônia de pescadores, transformada em ponto de agitação durante o verão. Assim como Valença, Guaibim possui uma boa estrutura, com vários hotéis, pousadas, bares, restaurantes e barracas de praia que servem comidas típicas. Alem da praia de Guaibim, vale a pena conhecer as praias de Taquari e Ponta do Curral, esta última ponto de desova de tartarugas marinhas, é um Parque Ecológico em potencial.

Além da agricultura, da pecuária e especialmente da maricultura, com técnicas bastante desenvolvidas, são orgulho para economia de Valença, os principais estaleiros navais do Estado da Bahia, onde são construídos artesanalmente, barcos, escunas, veleiros e saveiros para serem exportados para Europa e o Caribe. Quase cinco séculos depois das primeiras caravelas aportarem nas águas de Valença, uma delas singrou em sentido contrário ao de Cristóvão Colombo - a réplica da Caravela Santa Clara, a Niña, - construída e batizada nos estaleiros de Valença, para ser utilizada em filme e museu flutuante comemorativos dos 500 anos de descobrimento da América.
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Vende-se Casa
Tábua de Marés
Metereologia